Siebte September

Fröhliche Siebte September!
Feliz Dia 7 de Setembro!

Die Unabhängichkeht von Bräsilje.

Obwohl immer noch in Trauer um der schmerzliche Verlust von unsrem National Museum in Rio de Janeiro, wünsche ich Eich all doch noch en Fröhliche Siebte September!

Mesmo sentindo-me enlutado pela dolorosa perda do nosso Museu Nacional no RJ, gostaria de desejar a todos/as um Feliz Dia 7 de Setembro.

Bemerkunge / Observações:

Pessoal, no Hunsrückisch, por forte influência da língua nacional, a gente fala muito “die Independenz”, obviamente uma germanização do português “a independência”.

Mas quem é mais fluente irá lembrar, ou mesmo reconhecer imediatamente, o conceito da “die Unabhängichkeht” (un+ab+hängich+keit) … sendo que um mesmo indivíduo poderá pronunciar, e portanto grafar, todas as palavras do Hunsrückisch que terminam em “eit” alternativamente como “eht” (que pode simplesmente ser escrito “et”, sem o “h”).

Já no alemão-standard o termo é um pouco diferente, mesmo assim sempre seguindo paralelamente o mesmo padrão, “die Unabhängigkeit” – ou seja, no nosso dialeto o segundo “g” soa como o “ch” em “Ich”, “Dich”, e “Mich”.

Terminoloschie / Terminologie / Terminologia

1. die Emanzipation = a emancipação

2. die Freiheit = a liberdade

3. die Freilossung (Hochdeitsch: die Freilassung) = a libertação

4. der Uffstann (Hochdeitsch: der Aufstand) = a revolta

5. die Rebeljon (Hochdeitsch: die Rebellon) = a rebelião

6. die Revolt (Hochdeitsch: die Revolte) = a rebelião, a revolta

7. festejar, celebrar = feire (Hochdeitsch: feiern).

8. der Feiertooch, der Feiertaach (Hochdeitsch: der Feiertag)

9. der Umzuch (Hochdeitsch: der Umzug) = o desfile

10. siebte = 7te = 7. = sétimo

11. der September = o [mês de] setembro = o setembro = setembro (Nota: todos os meses do ano recebem o artigo definido masculino “der” = “o”)

12 bestimmte Artikel = artigo definido

12. der Monat = o mês

13. die Monate = os meses

15. der Tooch, der Taach (Hochdeitsch: der Tag) = o dia

16 das Joahr [ausspreche/pronunciar: /iô-a/] (Hochdeitsch: das Jahr)

17. die Johre [ausspreche: /iôô-rã/, pondo ênfase na primeira parte da palavra, uma paroxítona)] = os anos

18. im Joahr 1822 = im Joahr achzehnhunnertzwooiunnzwanzich, para facilitar a leitura no dialeto, dependendo do público alvo, sugiro segmentar as partes distintas, separando-as com hífen, com um Strichje = um tracinho, assim: achtzehnhunnert-zwei-unn-zwanzich; no entanto, separar cada unidade existente [ach+zehn+hunnert-zwooi+unn+zwanzich] acaba é dificultando a leitura (Hochdeitsch: im Jahr achzehnhundertzweiundzwanzig = no ano de 1822 = no ano de mil oitocentos e vinte e dois

Viel Spass beim lerne!

Aleijadinho

ANTÔNIO FRANCISCO LISBOA (Aleijadinho).

Schmerzenschsmodder, Mater Dolorosa, Nossa Senhora das Dores

Heit hot ma’ dem bräsiljoonische barock Baumeister unn Bildhauer Antônio Francisco Lisboa, Beinoome “o Aleijadinho”, i.e. “das Krüppelche”, seine zwooihunnert-acht-unn-achtzichste (288.) Johre gefeiert.

Lisboa woor am 29. August 1738 in Vila Rica, heit Stadt Ouro Preto, im Bundesland Minas Gerais, geboar; unn ooch dort iss Ear dann später am 18. November 1814 gestorreb.

Dem Aleijadinho sein Vater woor en Inwannrer in Bräsilje, en portogääsische Architekt, unn seine Modder, sie woor en schwarze Skravin.

Lisboa iss ene von der bekanntste unn bedeitendste bräsiljoonische Künstler von alle Zeite.

Wikipedia, die freie Enzyklopädie, üwwich Antônio Francisco Lisboa (Artikel uff Hochdeitsch).

Faça também você como já o fizeram quase duas mil pessoas, visite e curta no link a seguir a página de comunidade que foca no resgate, preservação, e promoção da nossa variante regional do alemão-brasileiro RIOGRANDENSER HUNSRÜCKISCH no Facebook.
Muitíssimo obrigado, en herzlicher Dankschön!!

Pilze

PILZE (aus dem Französisch: Champignons; uff Bräsiljoonisch: cogumelos)

Hochdeitsch: Zucht-Champignon.
Bräsiljoonisch: champignon de paris
Latein: Agaricus bisporus.
Bildquell: Wikipedia.

Wemmer Pilze sauwer macht, braucht ma’ se net wasche, nuar mit enem Pinsel zoohtchje streichle unn abbeerschte.

Die meh gewöhnliche Pilze, wo ma’ heitztooch in Supermeerkte finne kann, die komme schon ganz schön sauwer. En Beispiel davon iss der gewöhnliche champignon comum orrer champingnon de paris.

Natearlich, wenn mann en Pinsel in seiner Küch beim Koche onwenne tut, soll es am earster Platz en neie Pinsel sin, unn das bleibt dann mit enem seine Gescheerr in der Küch, gell?! Wenn ma kehn Pinsel zur Hand hot, kann ma’ jo ooch dann en Stück Papierhandtuch hole, orrer sogoor en sauwer Spiellumpe benutze, für die Pilze fertich kriehn.

Möcht ma’ se doch doorrichs Wasser ziehe, vielleicht weil se enfach viel zuviel Dreck an sich honn, dann macht ma’ das im letzte Moment bevoar ma’ se koche weard, sonst nehme se gleich in sich en grosse Quantie Wasser uff, weil die jo so so porös sind – dann, wenn fertich mim wasche, ei norre ganz zoohrtchje mit en Papiertuch abtrockne, unn los gehts mit der Rezept.

Schiitake, wissenschaflich, uff Latein: Lentinula edodes.
Bildquell: Wikipedia.

Etliche Pilzsorte honn Stiele, ei wo enfach zu fibröz unn hart für se esse sind … zum Beispiel, der weltweit bekannte schapoonische/japanische Shiitake. Naja, unn so tun die meahrste Leit die Stielcher von ihre Shiitakes leider abschneide unn rausschmeisse. Doch, ei die kann ma’ jo noch benutze für en delizöses Brühchje mache, das kann dem noh dann später zu en Gemüse-Sopp orrer zu enem Soss viel Geschmack renbringe (Hinweis/Dica: im Kühlschrank, in der Scheladäre, wechtun für an en anner Tooch se benutze).

Viel Pass beim koche!

HUNSRÜCKISCH EM PROSA & VERSO

Hunsrückisch em Prosa & Verso
Textos do I Concurso Literário de Poemas e Contos em Hunsrückisch 2017

Hunsrückisch in Pros & Vers
Gedichte unn Erzählunge vom Earster Hunsrückische Literarische Wettbewerb 2017

Die elektronische Version von dem Buch (das E-Book), die gebt es hier zum runnerloode, ganz gratis, ohne Kost –> Hunsrückisch em Prosa & Verso (2017) <-- Clique neste link para abrir o livro em sua tela de computador ou celular e para poder visualizar/ler o texto do livro, e a partir daí também poder imprimir o mesmo em papel por meio de uma impressora.

Wortschatz

WORTSCHATZ VERGRÖSSRE

Wies du mear es machst, genauso tun ich ‘s dear ooch mache!

1. der Zank = a briga, a disputa, a bronca, o altercado

Achtung: Bloss net “der Zank“ mit “die Zang” verwechle, der letzte iss jo en werrekgescheerr.

Obs.: Só não confundir com “die Zang” = “o alicate”, este último é uma ferramenta de trabalho.

2. der Zänker = o arruaceiro

3. die Zänkerei = o quebra-paus

4. zänkisch sin = ser briguento, brigão, pelotudo

5. die Wut = a raiva

6. der Hass = o ódio

7. schlecht = ruim

8. schlimm = difícil

9. die Spuck (Hochdeitsch: die Spucke) = o cuspe

10. die Faust = o punho

11. der schlooh (Hochdeitsch: der Schlag) = o soco

12. die Brig, der Streit (Hochdeitsch: der Streit) = a briga

13. die Reu, die Rei = o arrependimento

14. sich bereue, sich bereie (Hochdeitsch: sich bereuen) = arrepender-se

15. der Fried (Hochdeitsch: der Frieden) = a paz

16. unner sich Friede schlisse = fazer as pazes entre si

16. endlich = finalmente

Sprech dein Moddersproch!

Die Rio

DIE NEIE WÖRTER VON HEIT:
(novas palavras pra hoje)

1. die Rio (Hochdeitsch: der Fluss) = o rio

2. die Rios (Hochdeitsch: die Flüsse) = os rios

3. die Bach (Hochdeitsch: der Bach) = o riacho, a sanga, o córrego, o ribeiro

4. die Bäch, die Bächer (Hochdeitsch: die Bäche) = os riachos, as sangas, os córregos, os ribeiros

O primeiro ítem acima, “die Rio”, serve para ilustrar a existência de exceções às normas de nossa língua. Pois bem, como o termo “Rio” se trata de um empréstimo do português, ele ‘deveria’ ter mantido o artigo definido original “o”, porém traduzido para “der”. Quer dizer, deveria ter ficado “der Rio”, mas isto não ocorreu. Este caso excepcional inclusive já foi documentado há muito tempo atrás por autores interessados em nossa variante riograndense do alemão hunsriqueano.

Porém, como vem decrescendo muito o número de falantes nativos 100% fluentes do Riograndenser Hunsrückisch nos últimos tempos, existe a possibilidade de certas pessoas organicamente passarem a utilizar o artigo masculino neste caso.

Vale apontar que o termo “der Fluss” é conhecido por falantes da nossa variante regional, porém a preferência dada por eles para “die Rio” é inquestionável.

No caso do terceiro ítem, “die Bach”, ele serve para exemplificar algo importante: Muito embora os antigos dialetos do alemão, o suábio, o bávaro, et cetera, quase sempre utilizam o mesmo artigo definido para substantivos, existem exceções. Neste caso no nosso tronco dialetal Rheinfränkisch/Moselfränkisch/Südhessisch (Sudoeste da Alemanha) dá-se preferência para “die Bach”, quando no alemão-standard deve-se utilizar o artigo masculino, ou seja, “der Bach”.

No entanto, como podemos ver nos dicionários de alemão, certos termos sim podem ter duas possibilidades de artigo. De passagem, incidentalemente, na língua alemã certos temos simplesmente não tem uma forma plural, deverão sempre se colocados no singular, já outros não tem uma forma singular.

No português a gente automaticamente sabe como construir o plural de qualquer palavra, “a casa” –> “as casas”, “o Pedro” –> “os Pedros”, mesmo no caso excepcional de “o lápis” –> “os lápis” …

Mas como no alemão isso é muito mais complexo, não raro falantes do Hunsrückisch só conhecem a forma singular ou a forma plural de certas palavras, precisando buscar ajuda de pessoas mais fluentes para saber qual é a forma correta.

Um exmplo disso, muitos falantes do dialeto, especialmente crianças ou jovens, só conhecem a forma plural “die Körner” [pronúncia: /kéna/, onde o “r” é mudo, sendo que o “er” no final de uma palavra sempre soa como um “a”], desconhecendo o singular “der Korn” [pron.: /kón/].

Dankschön für das Lese, unn ich wünsche Eich all viel Spass beim Deitsch lerne, jo gell?!

Nachthimmel Petunje

Nachthimmel Petunje

Die Nachthimmel Petunje iss en Petunjesort, wo zu der Hängpetunje Varietät gehöert, unn damit tut es sich von normale Stehnpetunje deitlich unnerscheide.

Wie die meahrschte Petunje, tun Nachthimmel Petunje liewer im Sommerzeit gern blühe, unn dodrum brauche die also viel volle Sonnlicht um gesund se wachse unn dann ooch schön blühe.

Nächst/Fast all die Petunje, ei wo ma’ dorroom sieht, die sind jo echentlich Goordepetunje orrer Hybriggepetunje (neie gekreitze Sorte).

Petunje honn en dicht botanische Verwandschaft mit annre Südamerika stammende Geplänz, wie zum Beispiel mit dem ooch weltweit bekannte Tuakstock (i.e. Tabakstock), mit der Kartoffel, der Tomat, unn mit der wenicher bekannter Fisalis, wissenschaftlich (in Latein) “Physalis peruviana”, uff Bräsiljoonisch “fisális”, “tomate-de-capucho”, orrer “camapu”, genännt. Also, koorz gesooht, alle Sorte von Petunijie stamme uahrspringlich aus Südamerika.

Es gebt wilde Petunje in Südamerika, wo norre in ganz verschiedne Reschione von der Andes-Berriche/Cordilheira dos Andes zu finne sinn. Annre primitive Sorte kann mer dann nuar in bestimmte Plätzer von dem Bundesstoot Rio Grande do Sul finne, orrer von dem Bundestoot Santa Catarina, orrer ‘schlisslich ganz uwehin im Bundesland Minas Gerais, in Zentral-Bräsilje, finne.

Petunje, in alle ihre wunnerschöne vielfältiche gloriöse Farwe unn Grösse, sinn Heiztooch, unn das ohne Zweiwel, ene von der wichtichste Ornamental-Pläntzjer weltweit.

WORTSCHATZ

WORTSCHATZ VERGRÖSSRE
(das Vokabular reicher mache)

1. der Tooich (Hochdeitsch: der Teig) = a massa

2. der Pastell (Hochdeitsch: die Teigtasche) = o pastel

3. der Hinkelfleisch gefüllte Pastell (Hochdeitsch: die Hühnerfleisch gefüllte Teigtasche) = o pastel de frango

4. das Pastell (Farrebton) (Hochdeitsch: das Pastell / Farbe) = a cor pastel, o tom pastel

5. der Knödel = uma espécie de almôndega tradicional da culinária alemã bem como de vários outros países europeus, a massa pode ser feita usando-se batata inglesa, farinha de trigo, etc, podendo ser recheado ou não (recheios salgados ou doces), de tamanhos variados. O Knödel, no plural die Knödel, alternativamente chamado de der Kloß, no plural die Klöße (pode aparecer grafado com “ss” em vez de “ß”), pertence a todo um grupo de pratos caseiros da Alemanha e países vizinhos que são feitos a partir de alguma massa, quase sempre servidos com algum molho.

6. die Knödel = ver acima, número 5

7. die Klöss (Hochdeitsch: die Klöße) = ver acima, número 5

8. der Kloss (Hochdeitsch: der Kloß) = ver acima, número 5

Nota: Não é incomum uma pessoa falante nativa do Riograndenser Hunsrückisch somente conhecer “die Klöss”, ou seja a sua forma plural, e nem saber ao certo como é o singular. Em outros casos a pessoa pode saber somente o singular de algum termo, desconhecendo sua forma plural, ou não ter certeza de como deveria ser a forma plural. Isto raramente irá ocorrer no português pois na maioria dos casos em nossa leingua nacional substantivos passam da sua forma singular para o plural com a adição de um “s” no seu final – e pronto, salvo raras exceções (como “o lápis”, “os lápis”). No alemão a coisa é de uma complexidade bem maior. Portanto, ao aprender um novo substantivo, aprenda logo junto qual é o seu artigo definido e a sua forma plural. Existem subtantivos no alemão que podem ter dois possíveis artigos defidos, por exemplo: “a espátula” = “die Spachtel”, também “der Spachtel”, em muitos casos são regionalismos, mas nem sempre. Geralmente os artigos definidos dos subtantivos do alemão-padrão são iguais no nosso dialeto – mas existem exceções, por exemplo: Hochdeitsch: “der Bach”, RHunsr. = “die Bach”. Termos germanizados, adaptados do português via regra mantém o artigo original, porém traduzido, então: “o facão” = “der Fakong” (onde “o” = “der”). A forma diminutiva de qualquer substantivo ganhará o artigo definido neutro, o “das”, portanto: “o garoto” = “der Bub” –> “das Bubche”, “a Marlene” = “die Marlene” –> “das Marlenche”.

9. die Füllung = o recheio

10. der Krümel = a migalha (o farelo de pão)

11. die Krümel = as migalhas

10. knete (Hochdeitsch: kneten) = sovar

11. koche (Hochdeitsch: kochen) = cozer

12. dampe (Hochdeitsch: dampfen) = cozer no vapor

BROMBEERE

BROMBEERE (im Vergleich zu MAULBEERE)

Beide Brombeere unn Maulbeere hesse (a) amora uff Bräsiljoonisch. Bloss Brombeere solle echentlich wie (a) amora-silvestre, (a) amora-do-mato, (a) amora-nativa, unner annre …, wie von die wilde Sort spezifiziert sin1.

Gewusst iss es, dass die Maulbeere (Text uff Hochdeitsch) in Bräsilje ganz ganz früher, ei bevoar die Europäer do earschtsmol renkomm sinn, üwerhaupt goornet ‘geb hot. Die portogääsische Kolonialiste honn jo der Maulbeereboom2 (botanische Noome: Morus) en poor Hunnert Johre zurück aus China orrer Schapong, nämlich aus eerchendwo in Asje, in Bräsilje alswie en exotische Obstbau-Neiichkeht rengefäahrt.

En Maulbeerenascht3 mit zwooi weiss unreife Maulbeere, en nächst-reifer rosarote Maulbeear, unn vier zeitiche schwarze saftiche Maulbeere.Bildquell/Fonte da foto: Wikipedia, die freije Online-Enzyklopädje (Internetz).

Naja, aus Asje gebts bei uns in Bräsilje Schwarzemaulbeere unn ooch Weissemaulbeere, doch die Weisse-Sort sieht ma’ in Südbräsilje selter. Dann hommer ooch noch die Rotemaulbeere, die Sort stammt jedoch aus Nordamerika.

Soweit ich ‘s wess, Brombeere (botanische Noome: Rubus) hots in Südbräsilje uahrspringlich drei verschiedne Sorte geb. Heitztooch gebts jo viele meh, unn sogoor weit unn breit bekannt Hüybrigge-Sorte wie die schwarze Amora-preta – BRS Xingu (Text uff Bräsiljoonisch).

Von der 1970er an honn Wissenschaftler in Rio Grande do Sul(Text uff Hochdeitsch) methodisch Experimente unn Versuchunge vorne getreibt um se rausfinne wie die Brombeere könnte besser unn meh produktiv ongebaut sin. Dozu hot ma’ sogoor neie Brombeere-Varietäte aus annre Plätzer von der Welt rengebrung unn mit enanner gekreitz um bessere Hybride rauskriehn. Heitztooch tun die riograndenser Brombeere-Produzente gute unn wachsende Geschäfte mache.

Also, hiedie Brombeere honn ich sellebst die Tooche dohier in der Stadt Seattle bei ener Rio4 geplückt. Brombeere sind jo grood dohier im Nordwest von der Vereinichte Stoode zeitich geb. Do hot ma ungefäahr en Monat, wo ma’ se Ente kann, dann iss alles leider voarbei, bis das nächste Joahr.

Sellebstgeplückte unn schön zeitiche Brombeere.Bildquell: Paul Beppler.

Brombeere kann ma’ in natura orrer frisch esse. Ma’ kann die ooch presse unn wie en saftiche kühle Brüh5 trinke, es iss ooch möchlich davon Brombeere-Liquor mache. Ma’ kann natearlich damit schön backe. Sonst, last but not least, könne se sogoor gefriert sin, für im Winterzeit benutze. Letzlich, weil heitztooch so viele neike unn immer billicher Geräte zum Verkoof im Marrekt gebt, ei do kammer die Beearcher jo ooch noch ganz leicht trockne.

Wilde Brombeere.Bildquell: Paul Beppler.

Wie ma’s dohier uff dem Bild kann siehn, der Brombeearstock iss jo keh Boom awer Dornhecke, Heckegewächs voll mit scharfe Dörner. Naja, ich soll awer erwähne: es gebt neilich entwickelte Brombeere Sorte, sogoor in Bräsilje, wo dann komplett Dönnerfrei sinn, jo die gebt es jetz.

Brombeere: So orrich süss, ei doch och so so krazich.Bildquell: Paul Beppler.

Der Heckebrombeearstock krieht üwerschöne weiss- bis rosarote Blümcher an sich, ‘s kommt druff an die Sort orrer Varietät, gell?! unn die besuche die Biene jo fleissich unn seahr oft im Tooch, von früh Mooints bis ganz Spät Nohmittachs, bis Voarnacht.

Wunnerschöne rosarote Brombeearblüte.Bildquell: Paul Beppler.

Hier kammer ganz deitlich merke, ei wie dem Brombeearstock sein Klutsch net uff emol reif weerd, naja genau dodrum iss es möchlich das dann ma’ später retuar kann komme um meh deliziöse Brombeearche se ende.

Brombeere, Brombeere, die schmecke so oorrich gut!!

Was für en schöne Brombeere-Klutsch.Bildquell: Paul Beppler.

Riograndenser Hunsrückisch:
die Beear, im Singular/Enzoohl
die Beere, im Plural/Mehrzoohl
das Beearche, Diminutiv Singular (en Stückelche)
die Beearcher, Diminutiv Plural (zwooi orrer meahr Fruchtstückcher)

Hochdeitsch:
die Beere, im Singular/Enzoohl
die Beeren, im Plural/Mehrzoohl
das Beerchen (alt.: das Beerlein), Diminutiv Singular
die Beerchen (alt: die Beerlein), Diminutiv Plural

Riograndenser Hunsrückisch = Bräsiljoonisch:
die Beear = a frutinha (a baga), im Singular/Enzoohl
die Beere = as frutinhas (as bagas), im Plural/Mehrzoohl
das Beearche = a frutinha (a baguinha), Diminutiv Singular
die Beearcher = as frutinhas (as baguinhas), Diminutiv Plural

Riograndenser Hunsrückisch = Hochdeitsch: 1sin = werden, 2der Maulbeereboom = der Maulbeerenbaum, 3der Nascht = der Ast, 4die Rio = der Fluss, 5die Brüh = der Saft

Fratz & Freunde

FRATZ & FREUNDE

Dear Leit,

hot dear ‘s schon gewusst, ei dass das Mônica unn ihre Turma, die bräsiljoonische Quadrinhos-Série, in der 1960er bis der 1980er in Deitschland publiziert geb iss?

Na, na unn ganz natearlich woor alles dann uff Hochdeitsch, gell?! Dodrum, ich meene weil die Revistinha uff Hochdeitsch domols raus geb iss, do must die Turma da Mônica dort drüwwe gewiss en deitsche Noome kriehn, unn so honn se in Deitschland “Fratz und Freunde” gehess.

Naja, die deitsche Version hätt ich ooch domols in Südbräsilje gern geles honn, wie ich noch en klenes Bubche woor, mear honn leider üwerhaupt net gewusst das es existiert hatt.

Also, es steht do druff, uff dem Zeitschriftche: “Darüber freuen sich alle Kinder!”. Wie mear unser Riograndenser Hunsrückisch verzähle, bleibt das dann so: “Dodrüwwer freie sich alle Kinner”. Schon schön ähnlich, ijo gell net?! das kammer jo gut verstehn, net woar?!

Halt eich munter!

Paul Beppler, Gründer unn Administratoar von der Riograndenser Hunsrückische Dialekt-Kommunität im Fratzbuch

Säikraut


DAS SÄIKRAUT 

Meahrstens iss das Säikraut nuar gesiehn wie en gewöhnliches Unkraut, doch oftmols weard es jo von Bauerschleit an ihre Schweine gefüttert – unn die Schwein fresse es üwergern.

Meine Mama verzählt mear ooch, ei dass das Geplänz sollt ma’, wenn immer möchlich, an der Küh füttre, die tun dann meh millich gewe, hot Se gesooht. 

Was viele Leit net wisse, iss dass das Säikraut – orrer der Löwenzahn, wie es uff Hochdeitsch genneänt weard – ooch für Mensche essboor iss. Net norre die grine Blätter, awer ooch die gelwe Blümcher, unn sogoor die Woorzle kammer benutze. 

Die Bilder do, wo ich Eich in hiedem Facebook-Post am zeiche sin, die honn ich sellebst gester Nohmittach gemach … do sinn jo die Säikrautblätter, wo ich aus unser Hausgoorde raus geroppt honn. Die tun ich dann heit noch koche. 

Frisch aus unsrem Gemüsegoorde geplückte Säikrautblätter. Die müsse dann noch gründlich unnich dem fliessendem Wasser ausgewascht sind.

Meine Säikrautbletter in Salzwasser am köchle (brühe orrer blanchiere, uff Bräsiljoonisch “escaldar”). Die kann ma’ ooch in en Pann mit Oliveöl unn Knuwloch brote statts abkoche.

Mit Oliveöl unn orrer Zitronebrüh fertichmache.

Ma‘ kann se in Salzwasser so ungefäahr für fünnef orrer sechs Minute koche, unn dann enfach esse (das Kochwasser kammer heis orrer kalt trinke). 

Sonst kann ma‘ die Säikrautblätter ooch in en Pann mit Öl, Knuwloch unn orrer Zwiwwle schön ondünste, änlich wie ma‘ ‘s mit Spinat macht. Bevoar ma‘ das dann uff tische tut, wenn möchlich, sollt ma’ noch en bissche Zitronebrüh druff trippse. 

Was die ältre Blätter sinn, die schmecke immer meh bitter – etliche Mensche finne das köstlich, annre net – naja dann, das muss ma’ gut achte, speziool wenn es soll roh in en Saloot rengemischt sin. Roh Säikrautblätter tut immer besser in kräftiche Saloote ren, wolle ma‘ soohn in Saloote mit etwa Fleisch, mit gebrote Speck, Bacon, unn so weiter.

Die Säikrautblüte ka‘ ma‘ in Essich inmache.  Bloss earscht muss ma’ die schön abwasche, weil oft zu oft gebt ‘s Omeischer dren in der Blümcher. Naja, dann in enem Gloos im Essich ziehe losse. Es schmeckt immer en bissche bitter, awer es iss oorrich gesund! 

Mit Säikrautblüte kann ma‘ jo ooch en deliziöse Sopp raus mache – Ich, ei persönlich, honn das noch net probiert, awer ich tun ‘s noch mache …

Unn net zuletz, last but not least, mit der Säikrautwoorzle kamma‘ jo ooch en Saäikraut-Bitterlikörche Derheem sellebst mache. En Schlückche davon vor soll enem seine Appetit uffreche. 

Später komme ich zurück unn zeiche Eich noch en poor Säikraut-Rezepte, gell?!

Halt Eich schön munter, vergess bloss net Deitsch mit Eire klene Kinnercher se rede.

PAUL BEPPLER, Gründer unn Administratoar von der Riograndenser Hunsrückische Dialekt-Kommunität im Facebook 

Unkrautjächer

UNKRAUTJÄCHER – En neie Robôtmodell, wo wie en Unkrautjächer funktioniere tut.

Gon Tooch liewe Leit!

Hot dear schon gewusst?

Es gebt en ganz neies Robôtmodell, doch immernoch in seine experimental Probe-Fase, unn der iss die lang- unn feststehnde Geschäftsmodelle von der grosse Chemie-Firmas echt am bedrohe.

KI*-betriebne Unkraut-Jächer (sieh das Bild do unne) werre zukünftlich die heitztooch nötiche Quantie von Herbizide drastisch reduziere – awer net nuar das, ei weil dann weard der Bauer jo ooch neeme die üwerteire schenetisch-modifizierte Some koofe brauche.

Unn so, ganz natearlich, weard das der Bauer möchlich damit automatisch seine hoche landweertschaftliche Produtionskoste schön runner bringe.

Wie tut die die nei KI-Maschin echentlich funktioniere?

Naja, das Gift muss awer immernoch benutzt sin, bloss wie die Firma EcoRobotics es schätzt, do soll dann die Pestizid-Brnutzung insgesamt um der Faktoar zwansich (20) reduziert — jawohl, das hesst nuar fünnef Prozent (5%) von die Químicos, wo ma’ heitztooch verwenne muss.

Die KI-Robôts könne doorrich die Plantoosch stännich hin unn hear rolle unn, enzelne Unkräiter finne unn die besprühe.

All die neie Fortschrite, die sind jo möchlich weche technologische inovation wie Komputadoar-Kamaras, Laser-Sensore, Solarzell-Enerschie, unn so weiter unn sofort …

*Künstliche Intellischenz (abkeertzung: KI) = Inteligência Artificial (abrev.: AI)

QUELL: TECHNOLOGYREVIEW.COM

Viel Spass beim Lerne.

Paul Beppler, Gründer unn Administratoar von der Riograndenser Hunsrückische Dialekt-Kommunität im Facebook

Unkrautjächer

MADELEINE: KALKUTTA LIEGT AM GANGES

KALKUTTA LIEGT AM GANGES – MADELEINE
von Vico Torriani

Kalkutta liegt am Ganges,
Paris liegt an der Seine.
Doch dass ich so verliebt bin,
das liegt an Madeleine.

Am schönen Rhein liegt Basel
und Kairo liegt am Nil.
Doch ich träum’ von Madeleine,
an der liegt mir viel!

Die schwarzen Kulleraugen,
das ganze Dum und Dran.
Das schau ich an
und sage mir dann:

Kalkutta liegt am Ganges,
Paris liegt an der Seine.
Doch dass ich so verliebt bin,
das liegt an Madeleine!

Der Tower steht in London,
der Louvre an der Seine.
Doch ich in meinem Falle,
ich steh’ auf Madeleine!

New York liegt am Atlantik,
Athen am Mittelmeer.
Doch ich träum’ von Madeleine,
die liegt mir so sehr!

Sie hat die schönsten Beine,
so schlank und wunderbar!
Die schau ich an,
und mir wird klar:

Kalkutta liegt am Ganges,
Paris liegt an der Seine.
Doch dass ich so verliebt bin,
das liegt an Madeleine!

Die Nacht ist heiss am Kongo,
die Nacht ist kalt am Pol.
Bei ihr da wird mir beides
und das tut so wohl.

So dreht sich diese Erde
im Kreis und bleibt nicht steh’n.
Bei dir da dreht sich alles
allein um Madeleine.

Wir sind ein schönes Pärchen.
Seit gestern liebt auch sie,
nur mich
und meine Geografie:

Kalkutta liegt am Ganges
Paris liegt an der Seine.
Doch dass ich so verliebt bin,
das liegt an Madeleine!

Kalkutta liegt am Ganges
Paris liegt an der Seine.
Doch dass ich so verliebt bin,
das liegt an Madeleine!

Dickdoorrem

DER DICKDOORREM — En klassiker Teller, wo zu unser nächst zwooihunnert-jähriche deitschbräsiljoonische Küch gehöahrt, iss jo der riograndenser Dickdorrem.

Dickdoorrem wortwörtlich ins Hochdeitsche rengetrooh bleibt dann “Dickdarm”.

Naja, unn die Ähnlikeht von dem Dickdoorrem zu dem Pfälzische “Saumagen” iss goorkeh Zufall, unn nämlich, ei ihre Gemeinsamkeit hot jo historische Migrationsgründe.

Voarzeite hot jemand mear geschrieb unn hot mear gesooht, dass der Dickdoorrem bei ihre Leit en Langdoorrem genennt iss.

Uff Bräsiljoonisch weard der Begriff Dickdoorrem schon längst wie “tripa grossa” benutzt, awer bloss in Südbräsilje, natearlich.

In annre Reschione von Bräsilje, zum Beispiel uwehin im Bundesstoot Minas Gerais unn in Tehls von dem Nordeste, dort gebts ähnliche Spezialitäte, dort hesse die dann “buchada”.

Die Tooche honn ich en Dickdoorrem sellebst Derheem gemach. Der honn ich earscht in Wasser geköchelt, dann im Owe gebrot.

Meine iss mear leider verplatzt wierrer am koche woor, doch im Owe iss alles dann richtich gang unn, ja, am Enn woorrich dann noch ganz zufried damit. Meine Modder hatt mear ooch gesooht, ei ich solt jo bloss voarsichtich uffpasse, das Ding net zu dicht verstoppe. Wie ich der Dickdoorrem richtich im Tippe hatt, ausgefüllt mit woorrem Wasser, unn es uff dem Feier gesetzt hatt, honn ich gleich gemeerrekt wie schmell es dicker unn dicker geb iss. Naja, ich dachte noh en halleb Stunn, villeicght solt ich es im Uwe ren tun. Wie en Stunn schon voarbei woar, honn ich gedacht, neh ich kann es ruich für die drei-unn-halleb Stunn koche losse. Noh fünneftzehn Minute voar mein Desktop -Komputadoar sinn ich noomo hin für se gucke wie weiter das Ding komm hätt – oh verdammt nochmole, verplatz!!
Gut das ich zwooi Ooier rengesmischt hatt, alles woor nom wie schigantische Kloss. Uff en Backblech unn derekt im Uwe. Wie ich gesooht honn, am Enn iss es doch schön vertich gebackt, unn hot jo ooch oorrich gut geschmeckt!

Hier zeiche ich en poor Bilder von meine earschte sellebstgemachte Dickdoorrem:

Zwooi Dickdoorremscheibe hier mit Sauerkraut serviert

Hier honn ich en Schweinmooche benutz, wo ich schon, wolle ma’ soohn, ei semi-sauwer unn gefriert, kekooft honn. Der Mooche woor leider doorrich geschnitt, en flache Stück, wo ich dann mit viel Orweit zugenäht honn.

Mein earschte hausgemachte Dickdoorrem

Wann host Du en köstliche dicke Scheib Dickdoorrem letzmol gess? Tut ma es bei eich ooch mit Sauerkraut ufftische? Kartoffelsaloot? Brott?

Halt eich munter!

Paul Beppler, Gründer unn Administratoar von der Riograndenser Hunsrückische Dialekt -Kommunität im Facebook

Das Solstitium

DAS SOLSTITIUM

Dear Leit, fröhliche Sonnewenn!!!

Heit soll es der längste Tooch vom Joahr im nördliche Tehl vom Globus sin. Grousse Feierlichkehte passehre in viele nördliche Länner, ei wie in Schweden, Finnland, Lappland, unn England (speziool dort bei dem weltweit berühmte alte Stenkreis von Stonehenge).

Also, umgewechselt, im südlichste Tehl vom Globus, Heit iss jo der ganz koorzeste Tooch vom Joahr – unn Jesus-Maria-Joseph iss das kalt (sogoor der Hund hinkt bei der Kält) … naja, es iss doch Winterzeit!

Awer für diejeniche Mensche, wo ganz im Mitte, im Equatoar lewe, ei do bleibt alles leider wie immer, unn nämlich zwelleft Stunn im Tooch mit Sonnlicht.

Halt eich all schön froh unn munter!!!

Paul Beppler, Gründer unn Administratoar von der Riograndenser Hunsrückische Dialekt-Kommunität im Fratzbuch

Adeus
Atees

Adeus
de um desconhecido

Ó, simplesmente porquê?
Seu belo moço, porquê?

Jovem solitário, porquê?
Teus olhos tristes, porquê?

Não brilhas mais, porquê?
É o fim do mundo, porquê?

Agora durma em paz,
Jimmy …

.

Atees
von en Unbekannter

Awer dann bloss waroom, Bubche?
Waroom, du hübsche Junger?

Waroom so allen doroom wannre?
Waroom mit der trauriche Aue?

Waroom so tief bedrückt?
Waroom das End von der Welt?

Jetz ruh’ doch sanft,
Jimmy …

.

Paul Beppler
Seattle, Washington – USA
3. Dezember 2017

.

Estudante dado como desaparecido em Santo Ângelo é encontrado morto
POR: FRONTEIRA ONLINE -NOTÍCIAS, POLICIAL – 03/12/2017 19:48
Corpo de Jimmy Lima Ramirez, 19 anos, foi encontrado no bairro 300 Anos, zona Norte de Santo Ângelo, na manhã deste domingo (3).

Estudante dado como desaparecido em Santo Ângelo é encontrado morto

Weihnachtsblume

Die Weihnachtsblume (wissenschaftlich, im Latinische: Scadoxus multiflorus)

Scadoxus multiflorus, en Blumestock uarspringlich aus Afrika.
Bildquell: Wikipedia, die freije Enzyklopädje Online (Internetz).

Paul Beppler: Bittschön, Mama, ich hätt noch en Froch für dich, bevoar ich das Telefon ufflehn. Wesst du, unser typische rot unn runde Weihnachtsblume, ijo gell?! Naja, könnscht du mear mol soohn, obst du die Blume schon gekennt host, ei voar siebtzich Johre zurück, wies du noch en klenes Mädche woorst? orrer woar das etwas, wost du nuar später in deiem Lewe, wolle ma’ soohn, wennst du schon mit dem Pappa geheiradt woorst, wie etwas neies unn “modernes” für se siehn kriest host, etwas, wo dann nuar später in unser Reschion, in das Neikolonie-Gebiet, renkomm iss?

Selma Beppler: Neh, die Weihnachtsblume hommer jo schon immer gehat, seit die Zeite wie ich noch en klenes Kind woor. All die Leit bei uns harre jo die Blume schon domols. Naja, ich eh, ich honn die immer gekennt als Weihnachtsblum, gell?! Awer, das iss alles demnoh wie die Leit ooch der Noome gewe, gell?! Weil für die en Weihnachtsblum se sin, hot die en extra Tooch, wo die geplanz muss gewe, unn Wasser gewe, dann hots, tut se blühe uff der Weihnachtstooch.

Sobre o nome do idioma português no alemão regional brasileiro Hunsrückisch: Bräsiljoonisch

A língua portuguesa falada no Brasil se chama “brasileiro” ou Bräsiljoonisch em Hunsrückisch

Portugal se escreve igualzinho como em português tanto no alemão-padrão bem como em nosso dialeto regional Hunsrückisch brasileiro. No entanto, o nome da língua portuguesa, esse difere em nosso alemão Hunsrückisch (traduzido/adaptado, abrasileirado como hunsriqueano, aliás uma designação bastante recente e desconhecida pela vastíssima maioria de falantes nativos dessa língua minoritária do Brasil) tanto do alemão oficial como do idioma português: No alemão oficial se diz Portugiesisch [pronunciar: /por-tu-guí-six/] ou das Portugiesische; sendo que no próprio português é o português, o idioma português ou a língua portuguesa; já no nosso Hunsrückisch, certamente na forte e prevalente vertente riograndense do mesmo, a designação Bräsiljoonisch predominou ao longo da história de quase dois séculos de existência dessa língua germânica que se desenvolveu singular e organicamente no Brasil e adentrando até mesmo outros países vizinhos da América do sul. Como pronunciar Bräsiljoonisch? Assim: /brês-sil-ió-nix/, com ênfase na terceira vogal, ou seja no /ó/ (representado graficamente por oo). Em tempos recentes, considerando-se a drástica recessão do nosso idioma, haja vista a influência preponderante da língua nacional sobre nossos falares regionais e minoritários, mais e mais falantes nativos de nosso dialeto falam Brasiljoonisch, pronunciado /brás-sil-ió-nix/ — pois bem, seja isso como for, cedo ou tarde será levantada a seguinte pergunta: ora, mas se a língua nacional do Brasil se chama Bräsiljoonisch na nossa língua materna, como se chama nela a língua falada em Portugal, internacionalmente também conhecida por português continental? Ora é fácil, ela chama-se Portogääsisch [pron.: /por-to-guê-six/, com ênfase na terceira vogal, no /guê/]. Além disso, vale notar ainda que mais e mais falantes do Riograndenser Hunsrückisch vêm sim utilizando o termo Portogääsisch em vez de Bräsiljoonisch ou Brasiljoonisch, especialmente indivíduos de perfil mais jovem e menos fluentes na língua ancestral, isso se dá justamente devido a hegemonia da língua oficial de nosso país. Além disso, tem outra coisa, não é de todo desconhecido na Europa de língua alemã, especialmente na Alemanha, o uso do nome Brasilianisch para designar a nossa língua nacional, mas aí são certos segmentos, certas esferas digamos específicas ou de certa forma marginais dentro do contexto geral do idioma alemão-padrão prevalente.

Nomes de cidades da Alemanha muitas vezes diferem drasticamente entre o português de Portugal e o português do Brasil. Por exemplo, no Brasil a gente frequentemente lê em jornais o nome da cidade alemã Frankfurt am Main, grafado igualzinho como se escreve no alemão; já em Portugal o correto é Francoforte do Meno, uma designação totalmente desconhecida pela maioria dos brasileiros. Bom, primeiramente precisamos entender que existem outras cidades alemãs chamadas Frankfurt, muito embora nenhuma delas ganhe tamanho destaque como o grande centro financeiro da Alemanha, Frankfurt am Main, daí a necessidade de se explicitar am Main (muitas vezes abreviado a.M.). Depois vale saber que (der) Main é o nome de um rio, ao longo do qual estão situadas importantes e históricas cidades alemãs, e também Frankfurt am Main. Mas quando a gente no Brasil se refere a esse rio, geralmente apela-se sim à tradução, ou seja: o rio Meno. Certos nomes de cidades ou regiões da Alemanha podem ganhar variantes diferentes em diferentes idiomas (por exemplo Bayern no inglês é Bavaria, seu antigo nome em latim; no português é Baviera, porém no sul do Brasil é bem mais comum a designação latina antiga, ou seja Bavária). Já outras regiões, por força de uso, por tradição, permanecem sempre no alemão (por exemplo a região do Hunsrück, uma região não políticamente constituida de montanha baixas pré-alpinas situada principalmente no estado de Renânia-Palatinado, ou Rheinland-Pfalz, mas extendendo-se inclusive em porções de territórios de estados vizinho; pois então, a designação Hunsrück não se traduz nem no inglês, nem no português, nem espanhol – existindo sim a corruptela “Hunsrik” no sul do Brasil, o qual ocorre mais do que nada por causa do analfabetismo em alemão, não no português mas sim no alemão; ainda, além disso, vale mencionar que existe uma longa tradição de se transcrever o umlaut ü como eu, ou seja Hunsrück fica Hunsrueck – aparentemente isso surgiu anos atrás quando as pessoas escreviam com máquinas de escrever que não tinham em seu teclaro o caractére ü que não existe em inglês, em espanhol, em português, etc). De passagem, enquanto às diferenças de nomes entre Brasil e Portugal, ficar por aí brigando nas redes sociais ou outros pontos da internet, como no projeto enciclopédico livre chamado Wikipédia, sobre o que é certo ou mais certo, et cetera é na realidade pura perda de tempo! O importante é a gente compreender que existem diferenças e cada um que se alinhe de acordo com o que achar melhor pessoalmente e/ou dentro de seu devido espaço de atuação. Se a gente for reparar bem, muitos dos nomes de cidades e mesmo de regiões da Alemanha possuem desde a antiguidade uma versão de seu nome em latim, sendo que o português continental geralmente se alinha mais a essas versões. Lembrando que além da profunda influência histórica do latim sobre a língua alemã, o latim na atualidade, mesmo sendo tecnicamente considerada uma língua morta, é uma das línguas mais estudadas na Alemanha. O latim no alemão-standard é chamado de das Latein [pron.: /la-táin/] – mas faremos bem ao observar que falantes do Riograndenser Hunsrückisch, apesar de conhecerem, geralmente, o nome do latim em alemão-padrão, não raro na realidade dizem das Latin [pron.: /lad-dín/], e logo, lateinisch fica latinisch [pron.: /lad-dí-nisch/]. Aqui vale prestar atenção para não se precipitar e logo ir concluindo que isso se trate de influência do português – não o é! Aliás, como bem o comprovam os antigos dicionários de dialetos de Pfälzisch/Pälzisch (palatino) e Hessisch (hessiano).

Liewe Leite, halt eich munter! / Fiquem bem, minha querida gente!

-Paul Beppler, Gründer unn Administratoar von der Riograndenser Hunsrückische Dialekt-Kommunität im Facebook / Fundador e administrador da comunidade de dialeto hunsriqueano riograndense no Facebook

HEEMGEHN, ENDLICH

Heemgehn, endlich

Tempus fugit, so soohn se,
Oh neh, wie die Zeit flieht.
Awer lauschdt moh, höahr gut …
Bloss neh, tue doch net froche,
Für wen die Glock, weit wech,
Enseitich so laut am läite iss,
Bim, bim, bim, bim, bim 3 mol –
Die läidt für dich, mein Junger,
Die läidt für dich.

-Paul Beppler

GEFLIEDERTER DINOSAURIER IN CHINA ENTDECKT (2017)

SPIEGEL online / WISSENSCHAFT / Nachrichte > Natuar > Dinosaurier > China: Gefliederter Dinossauro deskobriert

Gut 100 Millione Johre alt
GEFLIEDERTER DINOSSAURO IN CHINA ENTDECKT
Dienstach, 02.05.2017 17:03 Uahr

1. Forscher honn in China die Fossilie von en’ Dinossaurier mit Fedre gefunn. Das Tier woor ungefäahr en’ Meter lang unn hot Gemeinsamkete mit dem Uarvochel Archaeopteryx.

1. Pesquisadores descobriram um fóssil de dinossauro com plumagem na China. O animal media mais ou menos um metro de comprimento e dividia semelhanças com a ‘ave original’ Arqueoptérix.

[BILD/FOTO]

2. Die Fossilie von dem etwa en Meter lange “Jianianhualong tengi” woorre im West von der Provinz Liaoning gefunn. Das Tier hot gelebt in der Früh Kreidezeit voar 100 bis 145 Millione Johre.

2. O fóssil do “Jianianhualong tengi” de mais ou menos um metro de comprimento foi encontrado no Oeste da Província de Liaoning. O animal viveu no Cretáceo Inferior dentre 100 até 145 milhões de anos atrás.

3. Von dem Dinossauro, wo von der Forrem hear enem Hoohn von heitztooch orra en Fasan ähnelt, hoffe sich die Forscher neie Erkenntnisse üwich die Uarsprünge von der Vöchle. Ob das Tier selwer fliehe konnt, iss unkloor. Das Federkleid deidt awer druff hin, dass ‘a fortgeschrittne aerodynoominsche Eichenshafte besetzte.

3. Desse dinossauro, o qual de acordo com sua forma pareceria com um galo ou um faisão da atualidade, os pesquisadores pretendem obter conhecimentos sobre as origens das aves. Se esse animal podia voar, isso não está claro. Mas a sua plumagem indica que ele possuía particularidades aerodinâmicas avançadas.

Ähnlichkehte mit dem Archaeopteryx
Similaridades com o Arqueoptérix

4. Der archeologische Fund hot ooch Erkenntnisse üwer die Evolution von asymetrische Fedre möchlicht gemach; Fedre, wo aus klenre Aussefoohne unn breitrer Innefoohne bestehn.

4. O achado arqueológico também proporcionou conhecimentos sobre a evolução assimétrica das penas; penas que são compostas vexilos exteriores menores e vexilos internos mais largos.

5. Das Gefeder von der neie Oort ähnelt dem von dem ooch “Uarvochel” genännte Archaeopteryx, mit grossem Fedre an Oorme unn Behne unn wedleoortiche Fedre am Schwanz. Der Fund bestäticht, dass solliche Fedre unner Vochelähnliche Saurie weit verbreit woore.

5. A plumagem do novo tipo se parece com a também chamada “primeira ave” chamada aqueoptérix, com grandes penas nos “braços” e “pernas” e com penas abanadoras na cauda. O sítio comprova que tais tipos de penas eram bem comuns em dinosauros semelhantes às aves.

6. Bis in die ’90er Johre woore Fedre bei Dinossauros net bekannt, weil nuar Knoche unn Zähne verstehnert geb sinn, alles was weichre Tehle wie Hoore unn Fedre honn jo verschwunn. Die chinesische Provinz Liaoning gehöart zu der wichtichschte archeologische Fundplätzer für Dinosaurier-Fossilie weltweit, weil in der feine Sedimentierung (Abloochrung) von Äschewolke unn doorrich en schnelle Inbettung von tote Tiere viele klene Enzelheide dort ganz speziool uffbewoohrt geblieb sinn.

6. Até a década de noventa, dos anos da década de 1990, plumas de dinossauros não eram conhecidas, pois somente ossos e dentes sofreram petrificação, enquanto que as partes macias do animal, como os pelos e as plumas, prontamente desapareceram no processo. A província chinesa de Liaoning pertence a um dos sítios arqueológicos de dinossauros mais importantes do mundo, já que lá ficaram conservadas pequenas particularidades e preciosas minúcias dada a sedimentação de nuvens de cinzas vulcânicas e o rápido alojamento de animais mortos.

SPIEGEL Online Artikel vom Hochdeitsch ins Riograndenser Hunsrückische von Paul Beppler üwersetzt am 10. August 2017 / Matéria da revista alemã SPIEGEL Online traduzida do alemão-padrão ao dialeto alemão regional hunsriqueano riograndense no dia 10 de agosto de 2017

SPIEGEL ONLINE
02. Mai 2017, 17:03 Uhr
Gut 100 Millionen Jahre alt
Gefiederter Dinosaurier in China entdeckt

Forscher haben in China die Fossilien eines Dinosauriers mit Federn gefunden. Das Tier war ungefähr einen Meter lang und hat Gemeinsamkeiten mit dem Urvogel Archaeopteryx.

In Nordostchina haben Forscher einen frühen vögelähnlichen Dinosaurier mit asymmetrischen Federn entdeckt. Solche Federn, die bis heute bei Vögeln üblich sind, gelten als wichtige Neuerung in der Evolution der Flugtiere, wie das Forscherteam um Michael Pittman von der Universität Hongkong im Magazin “Nature Communications” schreibt.

Die Fossilien des etwa ein Meter langen Jianianhualong tengi wurden im Westen der Provinz Liaoning gefunden. Das Tier lebte in der frühen Kreidezeit vor 100 bis 145 Millionen Jahren.

Von dem Dinosaurier, der von der Form her einem heutigen Huhn oder Fasan ähnelt, erhoffen sich die Forscher neue Erkenntnisse über die Ursprünge der Vögel. Ob das Tier selber fliegen konnte, ist unklar. Das Federkleid deutet aber darauf hin, dass er fortgeschrittene aerodynamische Eigenschaften besaß.

Ähnlichkeiten mit dem Archaeopteryx

Auch ermöglicht der Fund Erkenntnisse über die Evolution von asymmetrischen Federn, die aus schmaler Außenfahne und breiterer Innenfahne bestehen.

Das Gefieder der neuen Art ähnelt dem des auch “Urvogel” genannten Archaeopteryx, mit großen Federn an Armen und Beinen und wedelartigen Federn am Schwanz. Der Fund bestätigt, dass solche Federn unter vogelähnlichen Sauriern weit verbreitet waren.

Bis in die 90er Jahre waren Federn bei Dinosauriern nicht bekannt, weil nur Knochen oder Zähne versteinerten, während weichere Teile wie Haare und Federn verschwanden. Die chinesische Provinz Liaoning gehört zu den wichtigsten Fundorten für Dinosaurier-Fossilien weltweit, weil in den dortigen feinen Ablagerungen von Aschewolken und durch eine schnelle Einbettung toter Tiere viele kleine Einzelheiten bewahrt blieben.

jme/dpa

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URL: http://www.spiegel.de/wissenschaft/natur/china-gefiederter-dinosaurier-entdeckt-a-1145742.html